Em outubro de 2025, o Pix atingiu um patamar inédito no sistema financeiro brasileiro. O meio de pagamento instantâneo somou mais de 7 bilhões de transações em um único mês e movimentou mais de R$ 3 trilhões, valor equivalente a cerca de três Produtos Internos Brutos (PIBs) mensais do Brasil. Os dados são do Banco Central (BC).
As estatísticas mostram também que, desde seu lançamento, mais de 170 milhões de pessoas físicas já utilizaram o sistema, o que representa aproximadamente 80% da população brasileira.
Em outras palavras, isso significa que o Pix já faz parte da rotina da maioria da população e opera em uma escala que exige atenção também de negócios que lidam com pagamentos nacionais e internacionais.


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Quantas transações Pix são feitas por mês?
Somente em outubro de 2025, o Pix registrou mais de 7 bilhões de transações, consolidando o sistema como o principal canal de movimentação financeira no país.
O crescimento contínuo do número de transações está diretamente relacionado à substituição de métodos tradicionais, como transferências bancárias convencionais e pagamentos em dinheiro, por soluções instantâneas e digitais.
Veja o histórico do Pix nos últimos meses de 2025:
Julho
Transações: 6.669.394.100
Valor movimentado: R$ 3.056.189.330.000
Agosto
Transações: 6.975.806.680
Valor movimentado: R$ 3.035.719.230.000
Setembro
Transações: 6.853.600.550
Valor movimentado: R$ 3.180.234.460.000
Outubro
Transações: 7.271.603.270
Valor movimentado: R$ 3.317.544.400.000
Novembro
Transações: 7,2 bilhões
Valor movimentado: R$ 3,1 trilhões
Dezembro
Transações: 70.703.220*
Valor movimentado: R$ 3.772.838.970.000
Por que o Pix se tornou o principal meio de pagamento do Brasil?
A consolidação do Pix está ligada a fatores estruturais que favoreceram sua adoção em larga escala. Entre os principais pontos estão:
Velocidade das transações, realizadas em poucos segundos
Disponibilidade contínua, com funcionamento 24 horas por dia
Facilidade de uso, com chaves simples e integração a aplicativos bancários
Amplo acesso, alcançando pessoas físicas, empresas e instituições financeiras
Essas características contribuíram para que o Pix se tornasse o meio de pagamento preferencial em diferentes contextos, desde transferências entre pessoas até pagamentos de produtos e serviços.
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Como aceitar o Pix no seu negócio internacional?
Aceitar Pix em um negócio internacional é uma estratégia relevante para empresas que atendem clientes brasileiros, considerando que o meio de pagamento já alcança cerca de 80% da população e concentra grande parte das transações financeiras no país.
No entanto, companhias sediadas fora do Brasil enfrentam entraves como a exigência de conta bancária local, processos regulatórios complexos, baixa aprovação de cartões internacionais e dificuldades na conversão e remessa dos valores. Esses fatores impactam a experiência do cliente e podem reduzir a taxa de conversão no momento do pagamento.
A Glin viabiliza a aceitação do Pix por negócios internacionais ao centralizar todo o fluxo de pagamento em uma única plataforma. Por meio da solução, o cliente paga em reais via Pix ou cartão de crédito nacional, enquanto a empresa recebe o valor no exterior, já convertido, de forma rápida e previsível, geralmente no dia seguinte.
A plataforma elimina a burocracia para o cliente, oferece alta taxa de aprovação e cuida da coleta, conversão cambial e remessa internacional, permitindo que empresas globais atendam o mercado brasileiro de forma mais eficiente.




