Em resumo:
- Pix movimentou R$ 3,4 trilhões em abril de 2026 e registrou mais de 7,3 bilhões de transações, mantendo liderança entre os meios de pagamento no Brasil;
- Boletos bancários somaram R$ 552 bilhões movimentados no período, enquanto os cheques registraram R$ 32,4 bilhões;
- As informações fazem parte das Estatísticas de Meios de Pagamento do Banco Central, que reúne dados sobre Pix, TED, boletos, cheques, cartões, transferências e outros instrumentos utilizados no país.
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O Pix continua ampliando sua liderança no sistema financeiro brasileiro. Em abril de 2026, o meio de pagamento instantâneo registrou mais de 7,3 bilhões de transações e movimentou cerca de R$ 3,4 trilhões, segundo dados das Estatísticas de Meios de Pagamento do Banco Central.
O levantamento utiliza informações de infraestruturas operadas pelo Banco Central e de participantes do mercado financeiro, permitindo acompanhar a evolução dos pagamentos no Brasil.
Os números reforçam a consolidação do Pix como principal instrumento de pagamento do país, tanto em quantidade de operações quanto em volume financeiro movimentado.
Enquanto isso, meios tradicionais como boletos e cheques seguem ativos no mercado, mas em patamares bastante inferiores ao sistema instantâneo criado pelo Banco Central.


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Pix lidera com ampla vantagem
De acordo com os dados referentes a abril de 2026, o Pix registrou:
- 7,37 bilhões de transações;
- R$ 3,42 trilhões movimentados.
O desempenho mantém a tendência de crescimento observada desde a implementação do sistema em 2020. Atualmente, o Pix já faz parte da rotina financeira de consumidores, empresas, e-commerces e prestadores de serviço em todo o país.
A rapidez nas transferências, funcionamento 24 horas e ausência de tarifas para pessoas físicas estão entre os principais fatores que impulsionam a popularização do sistema.
Boletos ainda movimentam mais de R$ 552 bilhões
Mesmo com o avanço dos pagamentos instantâneos, o boleto bancário continua relevante para empresas e operações comerciais. Segundo o Banco Central, os boletos registraram em abril:
- 326,9 milhões de operações;
- R$ 552,1 bilhões movimentados.
O instrumento segue bastante utilizado em pagamentos corporativos, cobranças recorrentes, mensalidades e compras online, principalmente em segmentos onde parte dos consumidores ainda prefere métodos tradicionais.
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Uso de cheques segue em queda
Os cheques continuam perdendo espaço no mercado brasileiro. Em abril, foram registradas:
- 6,6 milhões de compensações;
- R$ 32,4 bilhões movimentados.
Embora o volume financeiro ainda seja significativo, a quantidade de operações mostra uma redução expressiva em comparação com os meios digitais.
O avanço de soluções instantâneas e a digitalização bancária contribuíram para transformar o cheque em um instrumento cada vez menos presente no cotidiano dos brasileiros.
Resumo dos meios de pagamento de abril de 2026
Abaixo, veja um resumos dos meios de pagamento de abril de 2026 no Brasil:
- Pix: 7,37 bilhões de transações e R$ 3,42 trilhões movimentados.
- TED: 67,8 milhões de transferências e R$ 4,09 trilhões movimentados.
- Boletos: 326,9 milhões de operações e R$ 552,1 bilhões movimentados.
- Cheques: 6,6 milhões de compensações e R$ 32,4 bilhões movimentados.
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Digitalização acelera transformação dos pagamentos
Os dados do Banco Central mostram como o comportamento financeiro no Brasil mudou nos últimos anos. O avanço dos meios digitais acelerou operações financeiras que antes dependiam de processos mais lentos, horários bancários e compensações tradicionais.
Hoje, consumidores e empresas buscam:
- transferências instantâneas;
- pagamentos disponíveis 24 horas;
- menos burocracia;
- integração com aplicativos e plataformas digitais;
- maior praticidade nas operações financeiras.
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