Receber pagamentos do Brasil pode ser um gargalo para empresas no exterior quando o processo depende apenas de cartão internacional ou transferência bancária tradicional.
Além de custos e prazos, existe um fator decisivo: o cliente brasileiro tende a pagar com meios locais, como Pix e cartão nacional (muitas vezes com parcelamento). Por isso, estruturar um fluxo para receber pagamentos do Brasil com baixa fricção costuma ser um passo direto para melhorar conversão e previsibilidade de caixa.


Leia mais: Casos de sucesso: Como o Grupo Consulenza otimizou seus pagamentos internacionais com a Glin
+ Confira 10 motivos para usar a Glin no seu negócio internacional
O que significa “receber pagamentos do Brasil” na prática?
Quando uma empresa fora do país cobra um cliente no Brasil, o pagamento precisa passar por etapas que nem sempre aparecem para o consumidor:
meio de pagamento (Pix, cartão, boleto, transferência etc.)
processamento e aprovação (antifraude, autenticação, regras do emissor)
conciliação (identificar o pagamento e vincular à cobrança)
conversão e remessa (quando há repasse internacional)
prazo de liquidação (quando o valor fica disponível)
Um sistema bem desenhado reduz abandono no checkout e evita atrasos no repasse.
Como receber pagamento do Brasil no exterior: principais caminhos
Existem três caminhos mais comuns para receber pagamento do Brasil no exterior, com impactos diferentes em conversão, custo e operação:
1) Cartão internacional e transferências bancárias
Funciona, mas tende a gerar fricção: taxas mais altas para o cliente, limites, recusas e etapas adicionais. Em serviços e tickets mais altos, o atrito costuma aumentar.
2) Plataformas globais
Podem atender alguns casos, mas a experiência nem sempre é “local” para o pagador brasileiro. Isso pode afetar taxa de aprovação e percepção de custo no momento do pagamento.
3) Plataforma com meios de pagamento locais no Brasil
Nesse modelo, a empresa no exterior cobra clientes brasileiros com Pix e cartão nacional, reduzindo barreiras no pagamento. Esse caminho costuma ser o mais alinhado ao comportamento de consumo no Brasil.
Como cobrar clientes no Brasil sem travar a conversão?
Para uma empresa internacional, cobrar no Brasil com foco em conversão geralmente envolve três decisões operacionais:
oferecer meios locais (Pix e cartão nacional; parcelamento quando fizer sentido)
padronizar a cobrança (links, faturas, recorrência e regras claras de vencimento)
garantir visibilidade (status de pagamento, conciliação e relatórios)
Em operações com volume, a diferença entre “confirmar pagamento manualmente” e ter um painel com status e histórico impacta tempo e controle.
Saiba mais: 4 sinais de que seu negócio deveria aceitar o Pix como meio de pagamento
+ Como a Glin ajudou a To Go Brazil a otimizar pagamentos e melhorar a experiência dos clientes
O que muda quando a cobrança aceita Pix e parcelamento?
Quando a empresa cobra apenas com cartão internacional, parte do público tende a desistir por custo, limite, aprovação ou hábito. Ao aceitar meios locais, o pagamento se aproxima do padrão brasileiro:
Pix reduz etapas e costuma acelerar a decisão de compra
cartão nacional amplia acesso (inclusive para clientes sem cartão internacional)
parcelamento pode destravar tickets mais altos e serviços recorrentes
Em negócios como turismo, educação, imigração, consultorias e SaaS, esses fatores costumam ter impacto direto na conversão.
Como a Glin viabiliza o recebimento do Brasil para empresas no exterior?
A Glin foi estruturada para conectar empresas no exterior a clientes brasileiros por meios de pagamento locais. Na prática, a empresa passa a receber pagamentos do Brasil via Pix e cartão nacional com parcelamento.
O processo é centralizado em um fluxo com visibilidade de cobranças, status e histórico, ajudando a reduzir atrito no pagamento e melhorar previsibilidade do recebimento.
Passo a passo para começar a receber pagamentos do Brasil
Um fluxo de implementação costuma seguir esta lógica:
criação da conta e configuração do perfil da empresa
definição do formato de cobrança (ex.: link de pagamento, cobrança avulsa, recorrência)
parametrização de meios de pagamento (Pix e cartão nacional; parcelamento se aplicável)
operação com acompanhamento de status, conciliação e repasses
Esse modelo tende a ser mais previsível do que depender de processos manuais ou múltiplos provedores.
Quando este modelo faz mais sentido?
Em geral, o uso de uma plataforma com meios locais é mais relevante quando:
a empresa atende clientes brasileiros com frequência
existe ticket médio que se beneficia de parcelamento
há cobrança recorrente (mensalidades, assinaturas)
o time precisa de conciliação e controle para escalar operação
Criar conta na Glin
Para receber pagamentos do Brasil com Pix e cartão nacional parcelado, o caminho mais direto é criar conta na Glin e configurar a cobrança conforme o modelo do negócio. Conheça melhor a Glin!
Confira: Como facilitar pagamentos internacionais para o seu negócio?
+ Pagamentos instantâneos e pagamentos tradicionais: o que são e diferenças




