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Como receber pagamentos do Brasil sendo uma empresa no exterior?

Pagamentos internacionais
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Receber pagamentos do Brasil pode ser um gargalo para empresas no exterior quando o processo depende apenas de cartão internacional ou transferência bancária tradicional.

Além de custos e prazos, existe um fator decisivo: o cliente brasileiro tende a pagar com meios locais, como Pix e cartão nacional (muitas vezes com parcelamento). Por isso, estruturar um fluxo para receber pagamentos do Brasil com baixa fricção costuma ser um passo direto para melhorar conversão e previsibilidade de caixa.

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O que significa “receber pagamentos do Brasil” na prática?

Quando uma empresa fora do país cobra um cliente no Brasil, o pagamento precisa passar por etapas que nem sempre aparecem para o consumidor:

  • meio de pagamento (Pix, cartão, boleto, transferência etc.)

  • processamento e aprovação (antifraude, autenticação, regras do emissor)

  • conciliação (identificar o pagamento e vincular à cobrança)

  • conversão e remessa (quando há repasse internacional)

  • prazo de liquidação (quando o valor fica disponível)

Um sistema bem desenhado reduz abandono no checkout e evita atrasos no repasse.

Como receber pagamento do Brasil no exterior: principais caminhos

Existem três caminhos mais comuns para receber pagamento do Brasil no exterior, com impactos diferentes em conversão, custo e operação:

1) Cartão internacional e transferências bancárias

Funciona, mas tende a gerar fricção: taxas mais altas para o cliente, limites, recusas e etapas adicionais. Em serviços e tickets mais altos, o atrito costuma aumentar.

2) Plataformas globais

Podem atender alguns casos, mas a experiência nem sempre é “local” para o pagador brasileiro. Isso pode afetar taxa de aprovação e percepção de custo no momento do pagamento.

3) Plataforma com meios de pagamento locais no Brasil

Nesse modelo, a empresa no exterior cobra clientes brasileiros com Pix e cartão nacional, reduzindo barreiras no pagamento. Esse caminho costuma ser o mais alinhado ao comportamento de consumo no Brasil.

Como cobrar clientes no Brasil sem travar a conversão?

Para uma empresa internacional, cobrar no Brasil com foco em conversão geralmente envolve três decisões operacionais:

  • oferecer meios locais (Pix e cartão nacional; parcelamento quando fizer sentido)

  • padronizar a cobrança (links, faturas, recorrência e regras claras de vencimento)

  • garantir visibilidade (status de pagamento, conciliação e relatórios)

Em operações com volume, a diferença entre “confirmar pagamento manualmente” e ter um painel com status e histórico impacta tempo e controle.

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O que muda quando a cobrança aceita Pix e parcelamento?

Quando a empresa cobra apenas com cartão internacional, parte do público tende a desistir por custo, limite, aprovação ou hábito. Ao aceitar meios locais, o pagamento se aproxima do padrão brasileiro:

  • Pix reduz etapas e costuma acelerar a decisão de compra

  • cartão nacional amplia acesso (inclusive para clientes sem cartão internacional)

  • parcelamento pode destravar tickets mais altos e serviços recorrentes

Em negócios como turismo, educação, imigração, consultorias e SaaS, esses fatores costumam ter impacto direto na conversão.

Como a Glin viabiliza o recebimento do Brasil para empresas no exterior?

A Glin foi estruturada para conectar empresas no exterior a clientes brasileiros por meios de pagamento locais. Na prática, a empresa passa a receber pagamentos do Brasil via Pix e cartão nacional com parcelamento.

O processo é centralizado em um fluxo com visibilidade de cobranças, status e histórico, ajudando a reduzir atrito no pagamento e melhorar previsibilidade do recebimento.

Passo a passo para começar a receber pagamentos do Brasil

Um fluxo de implementação costuma seguir esta lógica:

  1. criação da conta e configuração do perfil da empresa

  2. definição do formato de cobrança (ex.: link de pagamento, cobrança avulsa, recorrência)

  3. parametrização de meios de pagamento (Pix e cartão nacional; parcelamento se aplicável)

  4. operação com acompanhamento de status, conciliação e repasses

Esse modelo tende a ser mais previsível do que depender de processos manuais ou múltiplos provedores.

Quando este modelo faz mais sentido?

Em geral, o uso de uma plataforma com meios locais é mais relevante quando:

  • a empresa atende clientes brasileiros com frequência

  • existe ticket médio que se beneficia de parcelamento

  • há cobrança recorrente (mensalidades, assinaturas)

  • o time precisa de conciliação e controle para escalar operação

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