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PayPal, Wise ou plataforma local: qual a melhor forma de receber do Brasil?

PayPal, Wise ou plataforma local: qual a melhor forma de receber do Brasil?
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Receber pagamentos do Brasil pode parecer simples até o momento em que entram em cena taxas, conversão de moeda, prazos de repasse e aprovação no cartão.

Na prática, é comum que negócios internacionais comparem PayPal, Wise e plataformas locais para entender qual alternativa reduz custo total e atrito no checkout, especialmente quando a intenção é fechar a decisão e migrar para um fluxo mais eficiente.

PayPal, Wise ou plataforma local: qual a melhor forma de receber do Brasil?

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O que avaliar antes de escolher uma alternativa para receber do Brasil?

Se você tem uma empresa no exterior e precisa receber dinheiro do Brasil, alguns critérios costumam determinar a melhor escolha de método de pagamento:

  • Custo total: taxa de recebimento + margem de câmbio + tarifas fixas + eventuais custos bancários

  • Prazos: tempo para o dinheiro ficar disponível e chegar à conta do recebedor

  • Experiência do cliente brasileiro: Pix, cartão nacional e parcelamento influenciam conversão

  • Aprovação e antifraude: autenticação e mecanismos que reduzem recusas

  • Operação do negócio: cobrança por link, conciliação, controle de pagamentos e previsibilidade

PayPal para receber do Brasil: quando funciona e onde surgem os problemas

O PayPal é usado globalmente e permite receber pagamentos online, mas a comparação geralmente esbarra em custos e conversão.

Taxas e câmbio

Nas tarifas comerciais, o PayPal informa cobrança percentual para recebimento. Além disso, em transações internacionais, é comum existir taxa adicional sobre transações internacionais e margem na conversão de moeda.

Prazo e atrito operacional

Outra queixa recorrente é o prazo para levar o valor do PayPal até a conta bancária, que pode variar conforme processamento e regras do serviço, gerando sensação de demora em comparação com modelos de repasse mais rápido.

Wise é alternativa ao PayPal? 

A Wise é conhecida por transferências e conta multimoeda, com abordagem de preços transparentes e uso de câmbio comercial em muitos fluxos.

Essa alternativa costuma ser competitiva para transferência/conta e previsibilidade de custos, mas pode não ser a melhor resposta quando o objetivo é receber do Brasil com experiência de pagamento local (Pix e parcelamento no cartão nacional).

Confira: Pagamentos instantâneos e pagamentos tradicionais: o que são e diferenças
Como receber pagamentos do Brasil sendo uma empresa no exterior?

Plataforma local para receber do Brasil

Em operações internacionais com público brasileiro, utilizar uma plataforma local geralmente significa cobrar como o brasileiro paga (Pix e cartão nacional, com possibilidade de parcelamento) e repassar ao exterior.

Esse formato reduz fricção no checkout, porque o cliente não precisa “se adaptar” ao método de pagamento, porque o pagamento acompanha o hábito de consumo. Essa diferença costuma ser decisiva para menos abandono e mais previsibilidade.

Comparativo entre PayPal, Wise e plataforma local

Confira abaixo as principais diferenças entre as três alternativas de pagamento:

PayPal

  • Ponto forte: alcance global e familiaridade do usuário

  • Ponto sensível: taxa de recebimento + conversão com margem pode elevar o custo total

  • Fluxo típico: recebe no PayPal e depois transfere para banco

Wise

  • Ponto forte: transparência de preços e estrutura de conta/transferência

  • Ponto sensível: pode não oferecer um checkout “brasileiro” completo (Pix + parcelamento) como foco principal do produto

  • Fluxo típico: recebe/guarda/manda via conta e transferências

Plataforma local, como a Glin

  • Ponto forte: cobrança do Brasil com meios locais (Pix e cartão, com parcelamento) e dinheiro disponível no dia seguinte segundo a própria plataforma

  • Ponto sensível: é uma solução desenhada para o recorte “Brasil → exterior”, então faz sentido quando há cliente pagador no Brasil.[

  • Fluxo típico: gera cobrança local e recebe repasse no exterior, com acompanhamento

Qual opção costuma ser melhor em cada cenário?

Quando PayPal tende a fazer sentido

  • Pagamentos pontuais em que o pagador já está dentro do PayPal

  • Operações em que o negócio prioriza “alcance” e aceita custo total maior

Quando Wise tende a fazer sentido

  • Recebimentos e transferências com foco em conta multimoeda e custos previsíveis

  • Gestão financeira internacional com necessidade de enviar/receber em várias moedas

Quando plataforma local tende a performar melhor

  • Negócios internacionais que vendem para brasileiros e precisam reduzir abandono no checkout

  • Serviços com ticket médio maior em que Pix e parcelamento influenciam decisão de compra

  • Operações que priorizam repasse rápido e rotina de cobrança organizada

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Como a Glin ajudou a To Go Brazil a otimizar pagamentos e melhorar a experiência dos clientes

Como migrar para a Glin e reduzir atrito no recebimento do Brasil?

Para empresas internacionais que querem uma alternativa ao PayPal para receber do Brasil, a migração para uma plataforma local costuma ser o caminho quando a prioridade é aumentar conversão e simplificar o pagamento do cliente brasileiro.

A Glin, por exemplo, é uma plataforma para receber via Pix, permitir parcelamento em até 12x no cartão e disponibilizar dinheiro no dia seguinte, com checkout e dashboard para acompanhar cobranças.

Quando o objetivo é vender para o Brasil com menos barreiras no pagamento, a decisão tende a favorecer um modelo local de cobrança. A migração para a Glin centraliza o recebimento do Brasil com meios de pagamento alinhados ao comportamento do consumidor brasileiro.

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