Receber pagamentos do Brasil pode parecer simples até o momento em que entram em cena taxas, conversão de moeda, prazos de repasse e aprovação no cartão.
Na prática, é comum que negócios internacionais comparem PayPal, Wise e plataformas locais para entender qual alternativa reduz custo total e atrito no checkout, especialmente quando a intenção é fechar a decisão e migrar para um fluxo mais eficiente.


Leia mais: 4 sinais de que seu negócio deveria aceitar o Pix como meio de pagamento
+ Link de pagamento: como funciona e qual é o melhor para negócios internacionais
O que avaliar antes de escolher uma alternativa para receber do Brasil?
Se você tem uma empresa no exterior e precisa receber dinheiro do Brasil, alguns critérios costumam determinar a melhor escolha de método de pagamento:
Custo total: taxa de recebimento + margem de câmbio + tarifas fixas + eventuais custos bancários
Prazos: tempo para o dinheiro ficar disponível e chegar à conta do recebedor
Experiência do cliente brasileiro: Pix, cartão nacional e parcelamento influenciam conversão
Aprovação e antifraude: autenticação e mecanismos que reduzem recusas
Operação do negócio: cobrança por link, conciliação, controle de pagamentos e previsibilidade
PayPal para receber do Brasil: quando funciona e onde surgem os problemas
O PayPal é usado globalmente e permite receber pagamentos online, mas a comparação geralmente esbarra em custos e conversão.
Taxas e câmbio
Nas tarifas comerciais, o PayPal informa cobrança percentual para recebimento. Além disso, em transações internacionais, é comum existir taxa adicional sobre transações internacionais e margem na conversão de moeda.
Prazo e atrito operacional
Outra queixa recorrente é o prazo para levar o valor do PayPal até a conta bancária, que pode variar conforme processamento e regras do serviço, gerando sensação de demora em comparação com modelos de repasse mais rápido.
Wise é alternativa ao PayPal?
A Wise é conhecida por transferências e conta multimoeda, com abordagem de preços transparentes e uso de câmbio comercial em muitos fluxos.
Essa alternativa costuma ser competitiva para transferência/conta e previsibilidade de custos, mas pode não ser a melhor resposta quando o objetivo é receber do Brasil com experiência de pagamento local (Pix e parcelamento no cartão nacional).
Confira: Pagamentos instantâneos e pagamentos tradicionais: o que são e diferenças
+ Como receber pagamentos do Brasil sendo uma empresa no exterior?
Plataforma local para receber do Brasil
Em operações internacionais com público brasileiro, utilizar uma plataforma local geralmente significa cobrar como o brasileiro paga (Pix e cartão nacional, com possibilidade de parcelamento) e repassar ao exterior.
Esse formato reduz fricção no checkout, porque o cliente não precisa “se adaptar” ao método de pagamento, porque o pagamento acompanha o hábito de consumo. Essa diferença costuma ser decisiva para menos abandono e mais previsibilidade.
Comparativo entre PayPal, Wise e plataforma local
Confira abaixo as principais diferenças entre as três alternativas de pagamento:
PayPal
Ponto forte: alcance global e familiaridade do usuário
Ponto sensível: taxa de recebimento + conversão com margem pode elevar o custo total
Fluxo típico: recebe no PayPal e depois transfere para banco
Wise
Ponto forte: transparência de preços e estrutura de conta/transferência
Ponto sensível: pode não oferecer um checkout “brasileiro” completo (Pix + parcelamento) como foco principal do produto
Fluxo típico: recebe/guarda/manda via conta e transferências
Plataforma local, como a Glin
Ponto forte: cobrança do Brasil com meios locais (Pix e cartão, com parcelamento) e dinheiro disponível no dia seguinte segundo a própria plataforma
Ponto sensível: é uma solução desenhada para o recorte “Brasil → exterior”, então faz sentido quando há cliente pagador no Brasil.[
Fluxo típico: gera cobrança local e recebe repasse no exterior, com acompanhamento
Qual opção costuma ser melhor em cada cenário?
Quando PayPal tende a fazer sentido
Pagamentos pontuais em que o pagador já está dentro do PayPal
Operações em que o negócio prioriza “alcance” e aceita custo total maior
Quando Wise tende a fazer sentido
Recebimentos e transferências com foco em conta multimoeda e custos previsíveis
Gestão financeira internacional com necessidade de enviar/receber em várias moedas
Quando plataforma local tende a performar melhor
Negócios internacionais que vendem para brasileiros e precisam reduzir abandono no checkout
Serviços com ticket médio maior em que Pix e parcelamento influenciam decisão de compra
Operações que priorizam repasse rápido e rotina de cobrança organizada
Veja também: Casos de sucesso: Como o Grupo Consulenza otimizou seus pagamentos internacionais com a Glin
+ Como a Glin ajudou a To Go Brazil a otimizar pagamentos e melhorar a experiência dos clientes
Como migrar para a Glin e reduzir atrito no recebimento do Brasil?
Para empresas internacionais que querem uma alternativa ao PayPal para receber do Brasil, a migração para uma plataforma local costuma ser o caminho quando a prioridade é aumentar conversão e simplificar o pagamento do cliente brasileiro.
A Glin, por exemplo, é uma plataforma para receber via Pix, permitir parcelamento em até 12x no cartão e disponibilizar dinheiro no dia seguinte, com checkout e dashboard para acompanhar cobranças.
Quando o objetivo é vender para o Brasil com menos barreiras no pagamento, a decisão tende a favorecer um modelo local de cobrança. A migração para a Glin centraliza o recebimento do Brasil com meios de pagamento alinhados ao comportamento do consumidor brasileiro.
A Glin é uma plataforma de pagamentos internacionais especializada em conectar empresas no exterior a clientes brasileiros. Oferece soluções como PIX e cartão de crédito (parcelado em até 12x), garantindo taxas competitivas, suporte completo e agilidade com dinheiro disponível no dia seguinte. É ideal para negócios que buscam simplicidade e eficiência no mercado global. Conheça melhor a Glin!




