O sistema financeiro brasileiro iniciou 2026 com predominância de meios de pagamento digitais. Dados das Estatísticas de Pagamentos de Varejo e de Cartões do Banco Central indicam que o Pix segue como principal instrumento em quantidade de operações, enquanto TED mantém relevância no valor financeiro movimentado.
As informações são compiladas a partir de infraestruturas como SPI, STR, CIP-SITRAF e CIP-SILOC, que monitoram instrumentos como Pix, TED, boletos, DOC e cheques. A atualização ocorre periodicamente no Portal Brasileiro de Dados Abertos, consolidando a evolução dos pagamentos eletrônicos no país.


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Resumo dos meios de pagamento em janeiro de 2026
Em janeiro de 2026, o cenário mostrou concentração nas soluções digitais, com destaque para transferências instantâneas e instrumentos bancários tradicionais utilizados em operações de maior valor.
Pix
Quantidade: 7.039.536.230 operações
Valor: R$3.183.033.040.000
TED
Quantidade: 60.608.470 operações
Valor: R$3.830.539.760.000
Boletos
Quantidade: 315.999.890 operações
Valor: R$511.645.820.000
Cheques
Quantidade: 7.053.840 operações
Valor: R$30.801.100.000
Por que o Pix segue como principal meio de pagamento?
O protagonismo do Pix está associado a características que favorecem sua adoção em massa:
liquidação instantânea
disponibilidade 24 horas por dia
integração com aplicativos bancários
custo reduzido em comparação a transferências tradicionais
ampla aceitação entre pessoas físicas e empresas
Esses fatores contribuem para a substituição progressiva de instrumentos como DOC, cheque e parte das transferências bancárias convencionais.
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O papel da TED e dos boletos no ecossistema de pagamentos
Apesar do crescimento do Pix, outros meios mantêm relevância estratégica.
TED
concentra operações de alto valor
permanece comum em pagamentos corporativos
é utilizada quando há necessidade de controle bancário tradicional
Boletos
continuam relevantes em cobranças recorrentes
são utilizados por empresas que operam faturamento estruturado
permitem pagamento sem necessidade de conta bancária
Impactos para negócios internacionais
Para empresas estrangeiras que atendem clientes brasileiros, compreender a preferência por meios de pagamento locais é um fator para reduzir fricção na cobrança e aumentar a conversão.
O predomínio do Pix indica que soluções que integram pagamentos instantâneos e conversão cambial tendem a oferecer melhor experiência ao cliente, especialmente quando centralizam cobrança, câmbio e remessa internacional.
Nesse contexto, plataformas especializadas permitem que empresas aceitem pagamentos em reais e recebam valores no exterior de forma estruturada, com maior previsibilidade financeira. Esse é o caso da Glin, empresa que facilita pagamentos internacionais, permitindo que o seu negócio aceite cartão de crédito parcelado, além do Pix, como meio de pagamento. Conheça melhor a Glin!
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